Estou gostando muito de ler "A noiva libertada", livro de um escritor israelense que não conhecia. Traz com vibração e suspense, situações que dizem respeito a ele mesmo (Rivlin, personagem central), à sua família e também a aspectos culturais dos judeus e árabes. A narrativa é muito boa e envolvente.
"A busca de libertação que norteia o livro, apesar das diferenças geográficas e culturais, é a de todos nós: a liberdade de escolher como viver em meio ao caos e o tumulto cotidianos."
Tenho gostando tanto, que já estou de olho em outros livros do autor. Deixo duas frases que sublinhei na leitura até aqui:
"O que acontece conosco, seres humanos?, eu me pergunto. Nus nós viemos para a terra, e nus vamos deixá-la. Então, por que nos sobrecarregamos com um volume tão grande de coisas? Simplesmente para provar a nossa existência, ou para cultivá-la?"
"... Daqueles que trabalham com afinco e modéstia, sem fazer alarido, limpando o terreno para o trabalho de todos nós. Daqueles que abrem novos caminhos e corrigem velhos rumos."
Enfim, é um livro com muitas páginas/629 e gostoso de se ler. Mais um achado da última Bienal em que estive por aqui.
Tenham uma linda semana, Anete
A.B. Yehoshua
(Imagens Google)









